Campo Grande não tem o que fazer. #Passeios

O título dessa matéria é uma frase recorrente na Cidade Morena, dita com veemência por muitas pessoas e que se multiplica nas redes sociais, principalmente nos comentários. Basta fechar algum lugar ou outro entrar em manutenção, que lá vem a bendita frase.
Acabou tornando-se uma lenda urbana, que permeia as conversas em todos os cantos da cidade, mas é um típico comentário de quem não quer ter o trabalho de ver, com os próprios olhos, que esse discurso é furado, fora de contexto e muito, muito preconceituoso.
Por conta disso, e por amar Campo Grande, vamos ilustrar um pouco do “nada” que tem para fazer na capital, começando a série de matérias “Campo Grande não tem o que fazer” pelo tema passeios acessíveis, e o melhor, apenas um deles não é gratuito.

Textos e fotos do Amigo da Cidade Morena Gutemberg Oliveira, o Guto.
Siga ele em @msfotoshow @senhordosroles @gutohawk
gutohawk@gmail.com (67) 99187-0087

#PASSEIOS
Quer dar um rolê, levar a galera, família, o amor da sua vida, seus animais de estimação para tirar foto ou caminhar, fazer um piquenique ou, ainda, simplesmente contemplar um lugar bacana?
Segue a lista de lugares ótimos, que são excelentes para apreciar a paisagem, a natureza, tirar fotos e para dar aquela caminhada benéfica ao ar livre, admirando a vista. A maioria esmagadora é de opções gratuitas e de livre acesso em horários variados.

1- Altos da Av. Afonso Pena
2- Bioparque Pantanal
3- Esplanada Ferroviária
4- Lago do Amor
5- Lagoa Itatiaia
6- Memorial da Cultura Apolônio de Carvalho
7- Museu das Culturas Dom Bosco
8- Museu José Antônio Pereira
9- Orla do Aeroporto Internacional de Campo Grande
10- Orla Morena
11- Parque das Nações Indígenas
12- Parque dos Poderes
13- Parque Ecológico do Sóter
14- Parque Florestal Antônio de Albuquerque (Horto Florestal)
15- Parque Olímpico Ayrton Senna
16- Praça Ary Coelho
17- Praça da República (Praça do Rádio Clube)
18- Praça das Araras
19- Praça do Papa
20- Praça do Preto Velho
21- Praça dos Imigrantes
22- Praça Esportiva Belmar Fidalgo
23- Praça Esportiva Elias Gadia
24- Praça Itanhangá
25- Praça Pantaneira
26- Rotunda (Esplanada Ferroviária)
27- Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS

Acompanhe o descritivo de cada item e não deixe de buscar informações detalhadas sobre visitação, dias e horários. Pesquise no Google e descubra como desfrutar destes atrativos da nossa cidade.

1- Altos da Av. Afonso Pena: bom para caminhadas, pedaladas, andar de patins e tem vários bares e quiosques com comidas e bebidas diversas, com destaque para a refrescante água de coco gelada e também o calórico caldo de cana (garapa).
E tem também a Vila Morena, espaço onde ocorrem diversos eventos temáticos, conforme a época do ano. Sediou a Cidade do Natal, em dezembro, e a Cidade da Páscoa, em março.
No caminho, é possível encontrar uma série de bares, quiosques e comércios diversos, hotéis, galerias e o Shopping Campo Grande.

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2- Bioparque Pantanal: maior aquário de água doce do mundo, tem vários tanques com peixes de diversos lugares do mundo, destacando-se os encontrados nas águas de Mato Grosso do Sul.
Recentemente inaugurou o Museu Interativo da Biodiversidade (MiBio), em suas instalações. Entrada gratuita, com agendamento online @bioparquepantanaloficial
Em consequência do fechamento do Aquário de Bonito/MS, após 17 anos de existência, os peixes de lá foram trazidos para o Bioparque Pantanal e viraram atração na capital.

3- Esplanada Ferroviária: passear pela Esplanada Ferroviária é um delicioso retorno ao passado: sua vila de casas conserva a rusticidade dos tempos em que foram construídas, onde destacam-se o prédio da principal estação ferroviária de Mato Grosso do Sul e a casa do chefe da Noroeste do Brasil, na esquina da Av. Calógeras com a Av. Mato Grosso.
Na Estação Ferroviária estão abrigadas a Galeria de Vidro, com exposições itinerantes de quadros e fotos, e também o Armazém Cultural, que recebe feiras, eventos e shows e na confluência da Av. Mato Grosso com a Av. Calógeras, temos o Monumento Maria Fumaça, para lembrar a importância da ferrovia no desenvolvimento da cidade e do estado.

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4- Lago do Amor: dentro do complexo da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), o Lago do Amor atrai uma grande multidão nos finais de tarde e semana e por conta disso, há diversos quiosques de alimentação e bebidas espalhados pela Av. Filinto Muller, 713-917.
É um lugar de contemplação, com calçadas largas, ótima para caminhada no entorno da avenida. Reza a lenda que um jacaré habita o lago e até já feriu um incauto nadador. Outra curiosidade são as capivaras que, educadamente, atravessam a avenida na faixa de pedestres, como manda a lei. Exemplo para muitos humanos.
Na rotatória que dá acesso ao lago, tem o Monumento O Beijo, de autoria do artista Pedro Guilherme, onde dois peixes carás se beijam. Ótimo para umas fotos românticas!

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5- Lagoa Itatiaia: a orla da Lagoa Itatiaia, ali na região do Tiradentes, tem vários bares e quiosques para atender os visitantes, principalmente aos finais de semana.
Carente de manutenção (está com aspecto de abandono, mato alto), há uma promessa de revitalização, que já se arrasta por alguns anos, mas ainda assim, é um bom lugar para diversas atividades. A lagoa fica entre as ruas Bráulio de Souza e Heitor Laburu.

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6- Memorial da Cultura Apolônio de Carvalho: localizado no centro da cidade, o Memorial fica na Av. Fernando Correa da Costa, 559, e já abrigou a sede das repartições públicas do estado, antes da divisão, para que os habitantes não precisassem se deslocar até Cuiabá.
Depois, virou sede do recém-criado estado de Mato Grosso do Sul e mais para a frente, com a construção do Parque dos Poderes, foi cedido para o Tribunal de Justiça, para que virasse o Fórum de Campo Grande.
Patrimônio histórico, o prédio foi tombado, passou por reformas e em 2007, transformou-se no Memorial, que acolhe diversas entidades, destacando-se:
a) o Museu da Imagem e do Som (MIS) que, além do acervo fotográfico e fonográfico, também é palco de apresentações, mostras de artes e filmes, a maioria dos eventos são gratuitos e abertos à população;
b) o Museu de Arqueologia da UFMS (MuArq), que possui exposições permanentes e de longa duração, além de coordenar pesquisas sobre o passado arqueológico do estado, com o intuito de preservar a memória do patrimônio e diversidade cultural;
c) a Biblioteca Pública Estadual Dr. Isaías Paim, que atende a população, turistas, escolas e instituições, com um acervo de mais de 40 mil publicações, disponíveis para consulta e empréstimo, além de oferecer visitas guiadas, mediante agendamento;
d) a sede da Secretaria Estadual de Turismo, Esporte, Cultura e Cidadania, que acolhe as pastas ligadas aos temas, como a Fundação de Cultura de MS e mais recentemente a Fundação de Desporto e Lazer de MS, que também se mudou para o Memorial;
e) o Centro Referencial de Artesanato, que objetiva formar um acervo dos trabalhos artesanais mais representativos do estado, para conhecimento e visitação pública;
f) o Arquivo Público Estadual, que tem a missão de manter a memória histórica de MS, através da gestão dos documentos importantes produzidos pela administração, fundações e autarquias do poder executivo estadual, de valor permanente ou histórico;
g) o escritório da União Brasileira de Escritores (UBE/MS), que promove as obras dos associados e realiza projetos, eventos e concursos;
h) o programa Cidadania Viva, que incentiva o diálogo, a educomunicação e a formação de monitores sociais, utilizando rodas de conversa e expressões comunicativas, através da arte, cultura e cidadania, em um espaço aconchegante no terraço do Memorial.
Muita cultura, diversidade e cidadania num só espaço, não é mesmo? O Memorial da Cultura Apolônio de Carvalho é um importante atrativo para a população sul-mato-grossense e aos visitantes, e de brinde, ainda tem um terraço maravilhoso, de acesso livre (acompanhado de um servidor) durante o horário de funcionamento, com uma belíssima vista da cidade. Todas as instituições tem acesso gratuito, em diferentes horários.

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7- Museu das Culturas Dom Bosco: um prédio com estrutura espetacular, de primeiro mundo, que possui um belíssimo acervo de peças de mineralogia, paleontologia, etnografia, arqueologia e zoologia, além de contar com mais de 5 mil peças da cultura indígena (Xavantes, Bororos e outros).
Localizado dentro do Parque das Nações Indígenas, o museu tem vários animais do Pantanal empalhados, além de milhares de conchas, insetos e borboletas de continentes diversos. Ingressos: R$20/R$10 (meia entrada). Visita imperdível.

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8- Museu José Antônio Pereira: sede da Fazenda Bálsamo, de propriedade do fundador de Campo Grande, o museu conta um pouco da história dos primórdios da capital morena e abriga os objetos pessoais, móveis e roupas da família de José Antônio, além do carro de boi e do monjolo.
A casa de pau a pique é do século XIX. Visitação gratuita. O museu fica na Av. Guaicurus, na altura do Jd. Monte Alegre.

9- Orla do Aeroporto Internacional de Campo Grande: tem quem aprecie observar o decolar e o aterrissar dos aviões no aeroporto e esse hábito gerou um movimento incrível no lugar.
Além disso, as largas calçadas ao longo da Av. Duque de Caxias são ideais para quem gosta de caminhada, que podem seguir até a Av. Lúdio Martins Coelho, num trajeto de bons quilômetros aí, ou acompanhar a Av. Noroeste.
Abriga também o Monumento Guampa de Tereré, em homenagem às tradições sul-mato-grossenses, que tem origem nos tempos de ouro do ciclo da erva mate, costume “importado” dos hermanos paraguaios.
Em frente ao Aeroporto Internacional, tem o Monumento Pantanal Sul, outra obra do excelente artista Cleir Ávila, e próximo dali, na Av. Duque de Caxias, distante 1,7km do aeroporto, encontramos o Monumento do Aviador, na entrada da Base Aérea de Campo Grande.

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10- Orla Morena: construída no lugar dos antigos trilhos que cortavam a cidade, a Orla Morena foi projetada para ser um centro de convivência e de atividades. Tornou-se uma das mais belas avenidas da cidade e tem espaço para caminhada, ciclovia, pista de skate, playgrounds, espaço para apresentações artísticas e uma feira livre, nas noites de quinta-feira.
Por conta do movimento, atraiu diversos bares e casas de shows, bem como quiosques ao longo de sua extensão. A Orla Morena começa no Cabreúva, na Av. Noroeste, 2210, e vai até a Av. Afonso Pena, terminando na rotatória que dá acesso às avenidas Tamandaré, Duque de Caxias e Tiradentes. No caminho, na esquina da Av. Noroeste com a Av. Júlio de Castilho, você passa pelo Monumento Cabeça de Boi, um marco na cidade.

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11- Parque das Nações Indígenas: falar do maior parque de Mato Grosso do Sul e de um dos mais bonitos do país é muito fácil, pois sua estrutura é digna dos melhores do mundo.
Com um belíssimo lago (que já teve até pedalinho), abriga a Concha Acústica Helena Meirelles, que recebe shows maravilhosos e tem uma pista de caminhada com 7,4km de extensão. Também tem um belo espaço onde são montados palcos para shows maiores (onde vem acontecendo o MS ao Vivo, neste ano de 2024, com artistas nacionais e locais, uma vez por mês).
O grande mérito do parque é a sua natureza abundante! Ali, os visitantes vão conviver com as capivaras, araras, tucanos, quatis, tamanduás e toda sorte de aves e animais, tendo a oportunidade de contemplar um espetáculo emocionante, o pôr do sol no parque!
E ainda possui a escultura do Cavaleiro Guaicuru, sensacional; o Monumento ao Índio, na Praça Zarabatana (bem no meio do parque); o Bioparque Pantanal; o Museu de Arte Contemporânea (Marco); o Restaurante Yotedi e o Museu das Culturas Dom Bosco.

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12- Parque dos Poderes: o complexo do parque, além de abrigar as principais secretarias e a sede do governo estadual, está entranhado em uma zona de mata nativa que deve e merece ser preservada.
Lugar muito lindo, é frequentado por atletas para fazerem suas caminhadas, ciclistas e nos finais de semana, uma de suas pistas é fechada para circulação de veículos, permitindo a ocupação, pela população, de um dos lados das largas avenidas do parque.
Possui o mais belo espaço de eventos da cidade, o Centro de Convenções Arquiteto Rubens Gil de Camillo, também conhecido como Palácio Popular da Cultura.
O parque se estende dos altos da Av. Afonso Pena até os altos da Av. Mato Grosso, duas das principais avenidas da cidade.

13- Parque Ecológico do Sóter: outro parque relegado ao esquecimento pelo poder público, o imponente parque já foi muito bem cuidado e ainda tem uma excelente frequentação.
Matéria recente dizia que algumas praças começariam a ser limpas e cuidadas, incluindo o Sóter, devolvendo o brilho e a dignidade para vários espaços da cidade.
Falando do parque, é repleto de quadras poliesportivas, tem pista de skate, playground, pista de caminhada e ciclovia no entorno. O comércio em volta do parque também é bem pujante.

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14- Parque Florestal Antônio de Albuquerque (Horto Florestal): O Parque Antônio de Albuquerque, mais conhecido como Horto Florestal, já teve dias de glória, onde contou até mesmo com orquidário e pista de bocha.
Hoje, relegado ao esquecimento, ainda é um passeio que vale muito a pena, em meio à natureza. Abriga também a Biblioteca Pública Municipal Anna Luiza Prado Bastos e fica na R. Joel Dibo, 1 – V. Carvalho.
Bem pertinho da entrada principal do Horto Florestal, tem o Monumento dos Desbravadores, também conhecido como Monumento Carro de Boi, na Praça Nelly Martins.
Ele é o marco da fundação de Campo Grande, pois foi nesse ponto que chegaram as primeiras famílias que povoariam a cidade. O monumento foi idealizado pelas artistas Neide Ono e Marisa Oshiro Tibana.

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15- Parque Olímpico Ayrton Senna: ainda que esteja um tanto quanto esquecido (mais um), o enorme parque é bem bonito e talvez falte um pouco mais de incentivo e divulgação, porque está localizado em um dos maiores bairros populacionais da cidade, o Aero Rancho, na R. Jornalista Valdir Lago.
Tem um conjunto aquático maravilhoso, quadras poliesportivas ao ar livre e no ginásio coberto, campos de futebol, pista de atletismo e uma pista de bicicross.
Ótimo para caminhadas e a prática de esportes, bem como contemplação da natureza. Vários projetos culturais e esportivos funcionam por lá, vale a pena se informar e participar.

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16- Praça Ary Coelho: localizada no coração da cidade, a praça já teve várias reformas e abrigou diversos eventos. No passado, era o cemitério da cidade, mas com o avanço do progresso e novo reordenamento urbano, virou praça em 1909.
O coreto revitalizado merecia mais shows e manifestações artísticas.
Também é motivo de destaque, o chafariz no meio da praça, que já carece de uma reforma, mas ainda está bem bonito. Na entrada principal, tem a Estátua de Ary Coelho, em homenagem ao ex-prefeito de Campo Grande/MS. Fica entre a R. 14 de Julho, Av. Afonso Pena, R. 13 de Maio e R. XV de Novembro.

17- Praça da República (Praça do Rádio Clube): localizada na região central da capital, a praça fica entre as ruas Padre João Crippa, Pedro Celestino, Barão do Rio Branco e Av. Afonso Pena.
Palco de eventos e feiras, a praça conta, hoje em dia, com a Concha Acústica Família Espíndola, em homenagem a essa importante família artística sul-mato-grossense. Já recebeu shows com os artistas Nando Reis, Paulo Ricardo (ex-RPM) e o evento Noite da Seresta já trouxe, em outras épocas, artistas do porte de Agnaldo Rayol, Martinha, Moacyr Franco, Oswaldo Montenegro, entre outros. Já abrigou também o Festival do Chamamé.
Além das atrações artísticas, a Praça do Rádio Clube tem a Estátua de Vespasiano Barbosa Martins, o Monumento da imigração Japonesa, placa de bronze alusiva a Pedro Pedra e o Espaço Monumento Infinito e Vibração Cósmica.
Inaugurado recentemente, o Monumento da Rota Bioceânica é uma homenagem à estrada que promoverá a integração latino-americana, unindo Porto de Santos/SP, passando por Campo Grande, Porto Murtinho e atravessando os países Paraguai, Argentina e chegando até os portos do Chile.
Apesar do nome oficial ser Praça da República, todo mundo conhece como Praça do Rádio Clube, por ser em frente à sede social do Rádio Clube, que já teve tempos de alta, com festas e carnavais gigantescos, tanto na sede social quanto no Rádio Clube Campo, no bairro Rita Vieira.

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18- Praça das Araras: palco de um dos monumentos mais bonitos da cidade, que homenageia as alegres aves que povoam o céu do Mato Grosso do Sul.
Três araras gigantes enfeitam a praça, feitas pelo artista Cleir Ávila, que idealizou o monumento com o intuito de despertar a consciência para a preservação destes belos pássaros.
Localizada no começo da R. Dom Aquino, no bairro Amambai, fica perto do monumento Cabeça de Boi, na esquina da Av. Noroeste com a Av. Júlio de Castilho, e de um dos coretos mais antigos da cidade, recentemente revitalizado, que fica na Praça Cuiabá.
Ao lado do Monumento das Araras, tem uma quadra poliesportiva.

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19- Praça do Papa: a praça recebeu este nome porque foi o local onde o Papa João Paulo II realizou a missa, quando esteve em Campo Grande, no ano de 1991.
Tem uma estátua homenageando o hoje Santo João Paulo II e um mural (um tanto destruído) com a foto de todos os papas da igreja católica.
É um ótimo local para andar de patins, bicicleta ou skate, fazer caminhada e também acontecem feiras, eventos e até shows musicais na praça. Recebeu o carnaval das escolas de samba da cidade neste começo de ano.

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20- Praça do Preto Velho: oportuno falar dessa praça, logo depois da Praça do Papa, pois demonstra o sincretismo de nossa capital, abrigando várias religiões em paz e harmonia! A Praça do Preto Velho é um importante ponto da cultura afro-brasileira, cravada ali no Jd. Paulista, nos altos da Av. Fábio Zahran.
Recentemente revitalizada, a praça tem uma Estátua do Preto Velho, que representa a generosidade, o amor, a humildade e a sabedoria das divindades da Umbanda. A estátua se baseia na imagem dos idosos que foram escravizados e morreram de velhice.
A praça é bastante arborizada e tem recebido feiras culturais e eventos que visam celebrar a cultura afro-brasileira. É um espaço que merece ser apreciado e respeitado por sua importância histórica e cultural.

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21- Praça dos Imigrantes: localizada na intersecção das ruas Joaquim Murtinho, Rui Barbosa e 26 de agosto, a praça contempla uma feira permanente de artesanato e já foi palco de diversos eventos.
Abrigou por um bom tempo, o maravilhoso Sarau de Segunda, que a prefeitura poderia trazer novamente para este espaço. O Sarau dava vida à noite na praça e acabava movimentando o comércio de artesanatos!
Atualmente, a praça passa por uma revitalização, que deve deixá-la ainda mais agradável, embora o projeto caminhe a passos lentos. Fica na R. Rui Barbosa, 65, Centro.

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22- Praça Esportiva Belmar Fidalgo: localizado na região central, na R. Dom Aquino, 2536, bem próximo do Paço Municipal, é endereço certo para os amantes dos esportes de areia e também das caminhadas.
Frequentado pelos moradores dos diversos prédios da região, também tem um ótimo comércio de comidas e bebidas no entorno. Foi estádio municipal, já que possui um belo campo de futebol, e há relatos de que recebeu o Santos FC, com o maior jogador de todos os tempos, o Rei Pelé.

23- Praça Esportiva Elias Gadia: no pacato bairro do Taveirópolis, o Elias Gadia é um miniestádio de futebol, com campo e arquibancada, quadras poliesportivas, pista de caminhada e tudo isso em meio ao verde da natureza.
O bairro é bem arborizado no entorno da praça esportiva e também conta com um ótimo comércio de comidas e bebidas. O espaço fica na Av. Albert Sabin, s/n.

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24- Praça Itanhangá: a praça, denominada Lúdio Martins Coelho, está localizada em uma região nobre e era muito mais feliz quando tinha o Park’s Burger em funcionamento, pois a música do bar ecoava pela praça.
Já teve tempos de estar melhor cuidada, pois a praça anda abandonada.
Tem pista de caminhada, playground e muitos bancos e mesas que carecem de manutenção, em meio ao verde da natureza e é atravessada pelo córrego Prosa. Fica na R. Chaadi Scaff, no bairro Itanhangá.

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25- Praça Pantaneira: localizada no “quintal” do Paço Municipal, na R. 25 de Dezembro, a praça tem escultura de Manoel de Barros, o que a fez ser conhecida como Praça do Poeta, além de animais do pantanal.
A praça se encontra em boas condições, embora mereça uma revitalização. Está bem visitável e é ótima para fotos, principalmente para a criançada, que vai curtir os bichos pantaneiros.

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26- Rotunda (Esplanada Ferroviária): antiga oficina das locomotivas que transportavam a economia do estado nos tempos áureos das ferrovias, a Rotunda é um conjunto de imóveis, em disposição circular, que encontra-se em situação de abandono, localizada no bairro São Francisco, à R. 14 de Julho, 3619.
A rotunda é uma estrutura ferroviária circular, utilizada para manutenção e armazenamento de veículos ferroviários, geralmente utilizado por locomotivas a vapor e possuem um girador ferroviário, para manobrar as locomotivas.
Embora abandonada, é um espaço maravilhoso para ensaios fotográficos. Suas construções gigantes são excelentes prédios para contemplação. Outro lugar que tem projeto de revitalização parado há anos.

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27- Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS): o campus da universidade é uma área de muito verde, arborizada e convidativa para uma caminhada de contemplação.
No complexo da UFMS, tem o Estádio Pedro Pedrossian, conhecido como Morenão, o Ginásio de Esportes Moreninho e o Teatro Glauce Rocha. Conta também com restaurante e lanchonetes para uso dos acadêmicos, um complexo aquático e quadras poliesportivas.
A entrada principal fica na Av. Costa e Silva, s/n, e logo de cara, você já vê o monumento Símbolo, popularmente conhecido como Paliteiro.